POLITICA Estadual Mental Saúde Mental e a Rede de Atenção de Saúde Mental: o Caso Espirito Santo Narrando Estória e Construindo a História

Nome: Márcia Peixoto César
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 15/03/2011
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Marluce Mechelli de Siqueira Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Marluce Mechelli de Siqueira Orientador
MARTA PEREIRA COELHO Suplente Interno

Resumo: A assistência oferecida aos indivíduos com transtorno mental e usuários de substâncias psicoativas tem sido marcada historicamente, por processos exclusivos, de segregação e isolamento. Atualmente o sofrimento psíquico tem ficado mais em evidência, pois vem adquirindo proporções significativas na sociedade contemporânea, exigindo das autoridades a formulação de políticas que possam dar elementos concretos no enfrentamento desta problemática, subsidiando uma assistência mais integral e humanizada a essa população. Esse estudo tem por objetivo, traçar a trajetória da Política Estadual de Saúde Mental do Espírito Santo e a Rede de Atenção aos Portadores de Transtorno Mental e Usuários de Álcool e outras Drogas. Metodologia: Para tanto, foi realizado um estudo exploratório, descritivo, documental e bibliográfico com abordagem qualitativa. Teve como cenário: o acervo documental e bibliográfico da Secretaria Estadual de Saúde (SESA), tendo como sujeitos, os gestores: Secretários Estaduais de Saúde e Coordenadores da Saúde Mental, a partir da década de 1990 a 2009. O estudo se constituiu de duas etapas: levantamento de dados e entrevistas. Os dados primários foram coletados através da técnica de entrevista, semi-estruturada, aplicada a esses gestores, e os secundários, foram obtidos através dos documentos oficiais (Planos Estaduais de Saúde, Relatórios de Gestão). As entrevistas foram transcritas e narradas em forma de história, seguindo a ordem cronológica dos fatos, enriquecidas pelos documentos oficiais. Resultados: A política estadual de saúde mental na atenção integral aos usuários de álcool e outras drogas do estado vem se implementando ora com avanços ora com retrocessos. A rede de atenção aos portadores de transtorno mental e usuários de SPAS do estado, apesar de estar sendo construída paulatinamente e trazendo benefícios a população, ainda é insuficiente para atender a real necessidade da população capixaba que acessa essa rede. Portanto conclui-se, que há necessidade de se rever a operacionalização dessa política e rede, maior integração das instituições públicas com instituições formadoras, com a comunidade, discutindo conjuntamente a realidade da saúde mental no Estado, e maior investimento nos recursos humanos com capacitações e educação permanente.

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