Estratégias de Enfrentamento Vivenciadas Por Mulheres Com Diagnósticode Cancêr de Mama em Uso de Tamoxifeno

Nome: Franciéle Marabotti Costa Leite
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 07/11/2008
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Maria Helena Costa Amorim Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Denise Silveira de Castro Examinador Interno
Esdras Guerreiro de Vasconcellos Examinador Externo
Maria Helena Costa Amorim Orientador

Resumo: A neoplasia mamária gera na mulher um conjunto de esforços cognitvos e
comportamentais que tem como objetivo desencadear estratégias de enfrentamento
a fim de lidar com as demandas internas e externas. Por ser um processo dinâmico
e exigir respostas em cada fase da doença torna-se fundamental que a mulher
adquira habilidades de enfrentamento para lidar com o contexto estressante da
doença. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivos: identificar as
estratégias de enfrentamento vivenciadas por mulheres com diagnóstico de câncer
de mama em uso de tamoxifeno e examinar a relação entre as modalidades de
enfrentamento e as variáveis sócio-demográficas, clínicas e ginecológicas. Trata-se
de um estudo descritivo, transversal de caráter quantitativo. Foram entrevistadas 270
mulheres atendidas no ambulatório do Hospital Santa Rita de Cássia, Vitória-ES.
Para coleta dos dados foi utilizada a técnica de entrevista com registro em
formulário, Escala de Modo de Enfrentamento de Problema e instrumento de
classificação econômica (ABEP). A variável estadiamento foi obtida tendo como
fonte o prontuário. Os dados foram analisados por meio do Pacote Estatístico para
Ciências Sociais (SPSS) versão 13.0 (2004). Os resultados demonstram que a
estratégia de enfrentamento focado no problema é a mais utilizada pelas mulheres e
as variáveis idade, escolaridade, local de residência, renda familiar, PREMMA,
efeitos colaterais quanto ao uso do tamoxifeno, classe econômica, tipo de
tratamento, fase de início do tratamento e estadiamento influenciam quanto ao tipo
de estratégia de enfrentamento utilizada uma vez que apresentaram significância
estatística (p<0,0001). Verificou-se que aspectos sócio-demográficos e clínicos
podem influenciar no tipo de estratégia predominantemente utilizada pela mulher,
visto que os mesmos podem ser fatores estressores percebidos no dia-a-dia.

Acesso ao documento

Acesso à informação
Transparência Pública

© 2013 Universidade Federal do Espírito Santo. Todos os direitos reservados.
Av. Marechal Campos, 1468 - Bonfim, Vitória - ES | CEP 29047-105